Não existe crise para os marajás do TCDF

A Câmara Legislativa e o Tribunal de Contas do Distrito Federal parecem desconhecer o momento crítico que vivemos no Brasil e em Brasília e continuam gastando irresponsavelmente o dinheiro público. Não existe crise para deputados distritais, conselheiros e servidores da Câmara e do TCDF.

Nos últimos dias tem sido a notícia o ganho extra de conselheiros e procuradores do TCDF com o pagamento retroativo do auxílio-moradia: R$ 1,6 milhão. Há ações na Justiça para impedir o absurdo, mas um juiz — que também deve receber auxílio-moradia — já negou um pedido para que o valor não seja pago, endossando a malandragem da presidente do tribunal, que mandou transferir rapidamente o dinheiro para a conta dos beneficiários, entre os quais ela própria.

Hoje o Metrópoles publica matéria em que a repórter Manoela Alcântara conta outro gasto do TCDF: uma reforma no prédio, no valor de R$ 9,5 milhões. Não se discute a necessidade de uma reforma básica em instalações do prédio, que é antigo, mas os conselheiros querem mais. Diz a matéria: “O projeto inclui porcelanato, mármore e granito para o piso, torneiras eletrônicas com dispensador de sabão líquido, tapetes nacionais ou importados, paineis de televisão para todos os gabinetes e trocas de móveis”.

E a crise? Ora, dirão os conselheiros premiados com altos salários, vitaliciedade, mordomias, auxílios e privilégios: dane-se!

É o mesmo que dizem os deputados distritais (a seguir).

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