Educação, gentileza e solidariedade na lei e na marra

O projeto deveria ser desnecessário, como tantos aprovados pela Câmara Legislativa. Mas como tem prevalecido a falta de educação nos coletivos, é muito bom que tenha sido promulgado o projeto tornando preferenciais todos os assentos nos ônibus e no metrô. O autor é o deputado Cristiano Araújo.

Assim a preferência, em todos os assentos, é de idosos, gestantes, pessoas com deficiência ou dificuldade de se locomover e com crianças de colo. Qualquer pessoa que não se enquadre nessas categorias já deveria ceder espontaneamente o assento a alguém nessas situações, mas como a má educação tem aumentado em proporção inversa à gentileza, e o individualismo supera em muito a solidariedade, a lei tem seu papel educativo.

Motoristas, cobradores e usuários do transporte coletivo têm a responsabilidade de exigir, aos que persistirem na falta de educação, gentileza e solidariedade, que cumpram a lei.

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